Thaïs Moraes Correia
Responsável pela edição da Revista Iteração

Uma revista é feita para dizer, para tornar a iterar uma movida à escrita, e este número reúne pela primeira vez artigos de analistas e não-analistas, professores e alunos do Curso de Transmissão do ensino de Freud a Lacan, promovido pela Delegação Geral Maranhão da Escola Brasileira de Psicanálise. Esse percurso se inicia com a Entrevista de Analícea Calmon, membro da EBP e AMP e Conselheira da DG/MA, que gentilmente nos respondeu perguntas feitas pelos participantes da Delegação Geral Maranhão.

Em seguida, temos as ressonâncias teóricas com doze artigos. Começamos com o artigo: “A clínica da debilidade e o acting out, de Anícia Ewerton. Segue: “Transferência: uma palavra de amor”, de Brenda Cruz Ribeiro. Em seguida: “O declínio do pai e o mais gozar” de Joselle Couto e Lima. Logo depois: “O sexo de Shakespeare – ou uma libra de carne” de Lenita Estrela de Sá. Continuando com o artigo “Suicídio, automutilação e desejo de morte entre jovens e adolescentes nas redes sociais”, de Lucélia Sá Pereira. Acolhemos o artigo “Psicose e sublimação na arte de Orlan” de Petros Stasinos.  Apresentamos o artigo sobre “Análise, demanda de ser”, de Silvana Sombra. Segue o texto “A constituição da linguagem sob a perspectiva freudiana”, de Suelene Dantas. Segue o artigo “A linguagem do cartel” de Suely Simone Lima. Em seguida, “Impasses do adolescente em direção ao empuxo do “Um”, de Tereza Braúna Moreira Lima. Logo após, “Considerações sobre a anorexia”, de Thaïs Moraes Correia.  Ainda temos um artigo feito a quatro mãos: “A Psicologia das massas aplicada ao cenário político / social brasileiro” de Vanessa Oliveira de Souza e Antônio Augusto de Souza Oliveira. Segue: “A histeria: sexualidade a partir do caso Dora”, Victor Ribeiro.  Esses artigos não seguem um mesmo tema, mas têm sua riqueza na diversidade temática que é característica da revista digital Iteração. Então dessa forma, cada um com sua libra de carne, fala a partir do que mais lhe chamou atenção na Psicanálise de Orientação Lacaniana.

Agora temos ainda dois comentários de filmes: “Meu inimigo à luz das teses de Freud” Ilnar Fernandes Feitoza e Maria Damiana Cantanhede da Silva. Outro ainda: “Sobre a pulsão escópica”, comentários de “Mil vezes Boa Noite” feito por Yelma Oliveira.

Essa edição nos convida à leitura, para que possamos transmitir a Psicanálise via meio digital, e sendo assim torcemos para que nossos leitores apreciem as nossas produções.

Agradecemos a Jô Dantas,  pela formatação dos artigos e a Bruno Senna, que faz a diagramação da revista desde seu início. Sem ele Iteração nem existiria!

Boa leitura a vocês!

São Luís, 26 de outubro de 2018